terça-feira, julho 06, 2010

Empresas apostam cada vez mais em redes sociais para contratar, diz pesquisa

Se você está procurando um emprego e não está cadastrado no LinkedIn, Facebook ou Twitter, aqui vão quatro razões para fazer isso já.

Entre os profissionais de recrutamento, 92% usam ou planejam recrutar candidatos este ano por meio de redes sociais, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (30/6) pela Jobvite, empresa fabricante de software de recrutamento.

A pesquisa indica que as redes sociais são canais viáveis para a seleção de candidatos de qualidade e que aumenta o número de empresas que planejam usar a web durante os processos de recrutamento.

Se você está procurando um emprego e não está cadastrado no LinkedIn, Facebook ou Twitter (a rede social mais popular entres os empregadores, segundo a pesquisa), eis quatro razões para entrar e gerenciar ativamente os seus perfis.

1. As empresas que mais crescem no mercado oferecem oportunidades nas redes sociais

As empresas que estão contratando mais pessoas em um menor período de tempo "são aquelas que estão mais agressivas no recrutamento social", diz o CEO da Jobvite, Dan Finnigan.

"As companhias com mais oportunidades de emprego estão buscando profissionais melhores e mais capacitados através do recrutamento social", disse.

2. Tenha acesso primeiro as oportunidades

Os resultados da pesquisa da Jobvite mostram que os empregadores preferem usar sites de redes sociais para o recrutamento, porque, além de um método de publicidade, ainda é uma ação barata e fácil. Twittar uma nova vaga que precisa ser preenchida não custa um centavo. Por isso, são preferência entre as instituições que mais contratam.

3. Empregadores usam cada vez mais LinkedIn, Facebook e Twitter

De acordo com levantamento da Jobvite:

* 73% dos entrevistados usam sites de redes sociais ou sites de mídia social durante o recrutamento.
* 92% usam ou planejam recrutar candidatos por meio de redes sociais em 2010
* 78% usam o LinkedIn para processos seletivos, 55% usam o Facebook (15% superior ao ano de 2009) e 45% usam o Twitter (32% superior ao ano de 2009).
* Um terço dos entrevistadores sempre verifica o perfil dos candidatos nas mídias sociais
* 58% dos entrevistados tem obtido sucesso com a contratação por meio de sites de redes sociais.

4. Mudanças nos métodos de divulgação das vagas

Além disso, o investimento nos tradicionais métodos de seleção está diminuindo. Segundo a pesquisa da Jobvite, 36% dos entrevistados dizem que planejam gastar menos com anúncio de vagas em placas, enquanto 38% gastará menos com empresas tercerizadas de contratação.

Ao todo foram entrevistados 825 prossionais de RH e apenas 3% deles são clientes da Jobvite.

Fonte: (Meridith Levinson)
http://idgnow.uol.com.br/internet/2010/06/30/empresas-apostam-cada-vez-mais-em-redes-sociais-para-contratar-diz-pesquisa/

8 em cada 10 internautas brasileiros acessam redes sociais, diz pesquisa...

Uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen e divulgada nesta terça-feira (15) indica que 86% dos internautas brasileiros ativos acessaram redes sociais no mês de abril. Essa porcentagem faz com que o país fique na liderança de um ranking em que constam nações consideradas desenvolvidas, como Itália (78%), Espanha (77%) e Japão (75%). Cada usuário brasileiro passou, em média, 5 horas e 3 minutos navegando em redes sociais no mês de abril.

O elevado índice de acesso a rede sociais, segundo o levantamento, ocorre em função da popularidade do Orkut, que iniciou as operações no Brasil em 2004. Para se ter uma noção de como se deu o crescimento da rede, o estudo divulgou que em setembro de 2005 – um ano e nove meses após a estreia da rede – metade dos usuários da internet no país acessava a rede social do Google.

Em comparação, o Facebook, que é a rede social mais acessada do mundo, ainda não faz muito sucesso no país. Cerca de 30% dos internautas brasileiros acessaram o Facebook em abril, gastando em média 1 hora e 46 minutos navegando na rede social.

A Itália é um dos países em que o serviço, criado por Mark Zuckerberg, mais cresce. No mês de abril, o Facebook teve mais audiência na Itália que nos três maiores mercados de língua inglesa do mundo. Países como Austrália, Estados Unidos e Reino Unido tiveram 63% e 62%, respectivamente, de acessos à rede social, enquanto a Itália teve 66%.

Crescimento de uso de mídias sociais

O estudo ainda aponta o crescimento geral no acesso a mídias sociais (redes sociais e blogs). Mídias sociais representaram cerca de 110 bilhões de minutos de acesso à internet em abril, ou seja, 22% do tempo gasto online por internautas.

Pela primeira vez, 75% das pessoas que usam internet acessaram redes sociais. Isso representa um aumento de 24% em comparação ao mesmo período – mês de abril – do ano passado.

Mostrando que as redes sociais estão em alta, três sites de mídias sociais estão no ranking de marcas mais valiosas do mundo: Facebook, YouTube e Wikipedia.

Fonte: http://www.blogmidia8.com/2010/07/8-em-cada-10-internautas-brasileiros.html

quinta-feira, junho 24, 2010

Como fazer negócios no twitter

Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios no Twitter


A resposta depende da forma como você atua: sendo o "vendedor chato" ou procurando entender como elas funcionam e como as pessoas interagem.

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter, a sensação do momento. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo você demorar para participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas estas oportunidades.

Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Afinal, é só acompanhar algumas estatísticas: o número de usuários do Twitter aumentou 1600% entre julho de 2008 e 2009, sendo que os brasileiros são os que passam mais tempo "tuitando" (cerca de 41,5 minutos por mês de acordo com pesquisa da ComScore). Somente em São Paulo, 45% da população já participa de alguma rede social, índice que aumenta para 75% entre os jovens entre 18 e 24 anos (Ibope Mídia). Nas empresas, segundo estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NTT/URFJ), 74% dos pesquisados planejam participar das mídias sociais nos próximos 12 meses. Diante de números tão promissores, por que não tentar?

Até aí, nada de mais. O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam "o carro na frente dos bois" (a expressão é tão antiga quanto válida). A mesma pesquisa da URFJ revelou que 49% dos pesquisados já entram nas mídias sociais querendo "faturar" de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente "por participar", para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência: comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por estas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar.
Planejando e Implementando Ações

Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital também tem menos probabilidade de ser rejeitada. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

1. Entenda como as mídias sociais funcionam – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

2. Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais freqüentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo etc.) E se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

3. Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte, definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais: canais relacionamento (atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas, interação com clientes e consumidores), comunicação (divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas) ou campanhas de fidelização (promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter). Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (an&ua cute;ncios, mala direta, assessoria de imprensa etc.)

4. Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

5. Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claros para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência (região de proveniência dos visitantes, duração) e o tráfego (páginas mais visitas) do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Fonte: Maxpress

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